Ao rés do nada

«Entre uma flor colhida e outra dada/o inexprimível nada» Giuseppe Ungaretti

03/10/2011

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 A Espessura do Tempo
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21/09/2011

Poema de uma sílaba só

Ar



Domingos da Mota
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16/05/2011

[O nó cego]

O nó cego
que nos ata

e a pressão
do garrote:

se um diz
esfola,

o outro,
mata -

tal a pressa
de ir ao pote.

Domingos da Mota
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28/04/2011

[Um ministro]

Um ministro
nunca
cai

Quando muito
tropeça
na tripeça

e sai


Domingos da Mota


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